hoje é aniversário de duas pessoas super especiais pra mim. até tentei explicar aqui certinho a importância desses dois pra mim, mas não consigo. o sentimento é forte e profundo. com muito tempo e histórias envolvidas. passe o tempo que passar, será assim pra sempre. ;o)

parabéns pro meu ex-namorido e querido amigo e também pro meu cunhado-amigo Chicão!

dois caras que merecem tudo de mais divino-maravilhoso que existe nesse mundo.

 

minhas sobrinhas foram jantar num restaurante japonês aqui pertinho de casa. num tô af($)im hoje.

meu ex-ex-marido me mandou umas fotos do seu filhote. a coisa mais fofa. lindo-lindo. fico toda orgulhosa como se o filho fosse meu. hehe.

por aqui fuçando na net e assistindo tv. uma cena da novela das oito me fez lembrar dias doces e azuis que às vezes aparece por aqui. azuis ou verdes. depende do momento.

tô com fome.

dá pra reconhecer bastante gente, né?

http://www.youtube.com/watch?v=T_jGlyqoYoo

 

Comprei duas vassouras: uma pra varrer ventos, outra pra pensamentos.

adoro quando a zel comenta sobre sua horta, suas plantas… e por aqui estou feliz com minha hortinha. nos últimos meses, depois de várias podas, minhas salsinhas cresceram como nunca!

penso nos acontecimentos da minha vida. se as plantas crescem com as podas, tenho certeza que com a gente acontece o mesmo.

tudo está fora do lugar nesta casa. ou no lugar demais. não encontro mais nada. são 03:30h da madrugada e há duas semanas não consigo dormir.

sempre tive medo de ter insônia. ficava com dó daquelas pessoas que pensavam demais e não conseguiam fechar os olhos.

hoje até minhas pantufas de joaninha me olham com certa pena.

às vezes eu choro.

“Um embrião cansado invade a escuridão da caverna procurando uma saída. Escuto o eco rebatido nas paredes da carne refletindo no olho o desespero da solidão. A preguiça é o sono dos mortos. Minha euforia necessita de calma, e minha calma, de euforia. Que se foda o resto do resto da sobra do que resta. O restante é o que eu quero. O amor do instante é o instante em que estamos perto da batida perfeita. Os olhos são o início do real. Meu cigarro tem um tempo de vida. Minha vida necessita de um cigarro. O que fazer? O que comer? Será que minha mãe tá certa? Definitivamente, não. Preciso de um coração que bata descompassado, sem ritmo e sem melodia. Não quero a batida perfeita. Quero o descompasso. Me dê uma pista, uma lágrima… Mas me dê algo.”

(do filme Cão Sem Dono)

 

http://youtube.com/watch?v=IMk8GIOQHvY

teve de tudo nesse final de semana. teve festa e dança, teve dvd até de madrugada em casa e ontem rolou feira da Pompéia com amigos queridos e à noite teatro. a pena é que também apareceu uma gripe fortíssima. essa noite mal consegui dormir de tanta febre…

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tenho tido sonhos super estranhos. sonhei que minhas mãos soltavam moedas. e eu não estava gostando nada daquilo… era como uma doença. sonhei também que lá em Londres uma menina me ensinou um caminho errado e fui parar em Bauru! hahaha. Chorava sem parar e não conseguia mais voltar pra Europa! e essa noite sonhei que tinha um all star rosa máááágico! ninguém imagina o que pude fazer com esse par de tênis! ;o)

era pra ir pro interior. não fui. depois de uma ligação importante precisei ficar. é assim. tudo e nada acontecem. o coração sossega e me dá trégua. ufa. may, me ensina a tirar esses espaços gigantes?minhas sobrinhas foram assistir o jogo do SP e fiquei por aqui. cansada-cansada. vontade de falar com minha zelinda. de me encontrar com o carlão e com a filha da mãe da katí. quase morro de frio. sonhei com um vulto. é. fiquei doida pra saber quem me abraçou tão carinhosamente e me fez dormir em 2 segundos, mas não deu pra ver… era um vulto. preciso disso e daquilo, se é que vocês me entendem ;o). assisti novamente Cão Sem Dono (quero o um Ciro pra mim). fumando 3 cigarros por dia. e ontem fiz uma torta de atum (ficou horrível). o apartamento parece imenso. final de semana tá aí. e amanhã minha sobrinha faz 18 anos. coisa rica da tia. uia! gol do sp. o prédio todo grita. nem tô. meu grupo vocal vai voltar! ensaio na sexta. escrevi uma besteira na palma da mão e não há santo que tire isso daqui agora. escutando “Liberdade” do MCamelo. “fingindo ser o que eu já sou. mesmo sem me libertar, eu vou” . queria um lugar mais seguro.